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Relatórios

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Nome dos alunos: Allan Negri / Fábio Lopes
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 1R
Experiência: Forças Verticais
Nome do professor da escola: Gabriel
Relatório: A experiência foi bastante satisfatória, tendo em vista que os alunos demonstraram bastante interesse pelos procedimentos adotados para fazer o trabalho. Claro que existem as exceções e alguns alunos queriam ficar brincando com os instrumentos da experiência, dessa forma nós tivemos que chamar atenção deles dizendo que esse experimento vale nota e deviam prestar atenção no experimento. Alguns alunos compararam esse experimento com o da bolinha caindo no tubo com óleo. De uma maneira geral os alunos foram capazes de acompanhar a experiência, entretanto a pergunta em que deveriam indicar qual a grandeza relevante no experimento frequentemente causa problema, não por terem os alunos dificuldades em interpretar a física do fenômeno, mas por não saberem o que é uma grandeza física.
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Nome dos alunos: Raphael e Glauco
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 6ª Série
Experiência:
Nome do professor da escola:
Relatório: O experimento feito no colégio Amorim Lima com a sexta série sobre o eletroímã, foi muito promissor, de início eu ter achado que seria um experimento repetitivo sobre ímãs, na realidade as respostas dos alunos foram muito boas.

Quase todos os alunos responderam as questões, apenas três relatórios do trinta e dois foram respondidos com descaso.

Das respostas dadas, todos conseguiram observar que a bússola mudava de orientação conforme a pilha era ligada, e também todos observaram a inversão da posição quando a pilha era invertida.

Eles também questionaram sobre o fio e a pilha que esquentava, mostrando que eles realmente observaram a interagiram com o experimento.
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Nome dos alunos: Tiago Almeida e Denilson Rocha
Escola: Virgília
Periodo: tarde
Turmas: 2E e 1F
Experiência:
Nome do professor da escola: Newton
Relatório:

A experiência realizada no 2º E, “A máquina do calor”, funcionou e teve bons resultados.

A experiência é de fácil execução, o que facilitou a interpretação dos fenômenos pelos alunos. As respostas dadas às questões propostas pelo roteiro mostram que, mesmo sem o professor ter previamente abordado o assunto em aula, os alunos compreenderam a relação dos conteúdos com o observado no experimento. Outro fator que contribuiu para o sucesso da atividade foi a dedicação dos alunos para a realização do experimento.

Se comparadas às respostas das atividades anteriores, as respostas atuais demonstram que os alunos têm aprimorado sua linguagem científica. A frequente utilização de termos como energia, pressão, movimento etc. em contextos adequados mostra a incorporação do vocabulário de Física ao seu repertório lingüístico. Obviamente há exceções para essa colocação, como no caso dos alunos que “o vapor gerado pelo fogo movimenta a hélice”; na realidade, o vapor é resultado da mudança de estado da água que recebeu energia do fogo.

A turma do 1º F fez a atividade “Identificando força de atrito”.

Apesar do comprometimento da sala com a realização da atividade, seu resultado não foi to satisfatório como da turma descrita anteriormente.

O professor Newton já havia falado sobre força de atrito e força normal, a qual os alunos com frequência chamam de força de sustentação em suas respostas que nos foram entregues. A maioria dos alunos diagramou nos desenhos as forças corretamente. Um grupo usou como justificativa para a dificuldade de se arrastar o pote a seguinte explicação: a força de atrito diminui com o aumento do peso, ou número de bolinhas dentro do pote que foi arrastado. Isso não está de acordo com a teoria, o que demonstra alguma dificuldade de se apropriar de todo o conteúdo abordado em sala de aula.

Algumas folhas de respostas ainda são entregues praticamente em branco, sem respostas a não ser desenhos. Isso mostra uma resistência dos alunos ao responder duas folhas iguais – uma para o professor e outra para os estagiários.

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Nome dos alunos: Sabrina Carvalho e Evandro Bittencourt
Escola: Andronico
Periodo: tarde
Turmas: 1F
Experiência: Circuito de bolinha
Nome do professor da escola: Rafael
Relatório: Não encontramos o nome do experimento realizado na lista, então coloquei "Circuito de bolinhas", mas o nome do experimento realizado com os alunos foi o "Jogo de bolinhas", onde os alunos tinham que observar a colisão de bolinhas de gude e de bolinhas de vidro.

Como os alunos tinham que, antes de observar a colisão, falar o que esperavam que acontecesse apos a colisão, decidimos dar os materiais aos poucos para que ocorresse este processo onde eles colocariam os conceitos previos que já possuiam. Antes de dar as bolinhas de vidro perguntamos a eles o que eles achavam que iriam acontecer se jogassemos uma bolinha contra as outras quatro e se jogassemos duas contra as outras tres. Depois que eles escreviam iamos distribuindo as bolinhas e pediamos para eles observarem e depois anotarem o que realmente ocorreu e se a previsão que eles fizeram estava correta ou não. Fizemos a mesma coisa com a bolinha de aço.

Achamos a experiência muito boa. O tempo destinado para ela foi quase ideal, muitos alunos associaram o movimento das bolinhas com a 'força' que elas tinham. "Uma bolinha so tem força para empurrar uma bolinha, duas bolinhas têm força para empurrar duas bolinhas...", porém não chegamos ao conceito de quantidade de movimento e sua conservação.


Observações adicionais: Não aplicamos a experiência com o 1C, pois outro grupo de estagiários já haviam realizado a atividade com eles em outro período.
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Nome dos alunos: Murici Polato
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 2i 2N
Experiência: Condutor e temperatura
Nome do professor da escola: Marco Aurelio
Relatório:

Os alunos demosntraram dificuldade, ao relacionar energia com calor, mas pro outor lado sabem muito quando algo esta quente, é proque a temperatura esta elevada, muitos não conhecem ou não querem participar da aula, preferem o não fazer nada...

se esquivam quando são perguntados, etc 

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Nome dos alunos: Júlio Marques, Leandro Saca, Luciano Yamamoto
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 3K, 3L, 3M
Experiência:
Nome do professor da escola: Roberto
Relatório:

Este relatório se refere ao experimento "Corrente de quê?"

O material que utilizamos, desta vez, estava em ordem. Todas as lâmpadas e baterias foram testadas e aprovadas por nós mesmos na oficina anterior à visita à escola.

No entanto, apesar de termos instruído os alunos para que não realizassem uma ligação direta das lâmpadas com as baterias, muitas de nossas lâmpadas acabaram sendo inutilizadas. Acontecia que os alunos montavam os kits corretamente, tomando todo cuidado para não encostar os fios dentro da tigela com a solução salina, mas, mesmo assim, as lâmpadas emitiam um brilho forte e depois paravam de funcionar.

Acreditamos que o roteiro induziu tanto os alunos quanto nós mesmos a um erro na montagem experimental. Estava escrito que devia-se por "muito sal" na água. Era o que todos faziam. No entanto, averiguamos que esta configuração tendia a queimar as lâmpadas.

O grupo supõe que a grande concentração de sal tornava a solução uma ótima condutora de eletricidade, com resistência elétrica muito baixa. Quando introduzíamos os fios na água com sal, mesmo mantendo-os a grande distância, a lâmpada queimava, de forma que era como se ligássemos as lâmpadas direto nas baterias.

Com relãção ao processo de ensino-aprendizagem, o professor Roberto nos ajudou muito ao elaborar três questões para os alunos responderem que, ao nosso ver, eram muito mais objetivas e pertinentes do que as questões propostas no roteiro.

Como visitamos três turmas heterogêneas, pudemos notar que era mais fácil trabalhar com a que tinha um número menor de alunos do que nas outras. Na sala com menos alunos, conseguimos realizar o experimento (mesmo queimando a lâmpada) e discutir com mais profundidade a física envolvida.

A dificuldade de trabalhar com turmas grandes reside na impossibilidade de monitorarmos todos os grupos ao mesmo tempo. Alguns grupos, quando deixados por conta própria, logo se distraíam e acabavam deixando o experimento em segundo plano, eventualmente fazendo uma pergunta ou outra quando íamos ver o que eles estavam fazendo. Já nas turmas pequenas, com poucos grupos, a distração era menor, e todos conseguiam prestar atenção na experiência.

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Nome dos alunos: Edilene e Dallessandro
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 5ª e 6ª
Experiência:
Nome do professor da escola:
Relatório: Este ultimo relatório da 5ª série não foi concluído da maneira que gostaríamos, primeiro porque desde o roteiro anterior estávamos com problemas na realização de uma das propostas que ficou de ser feita durante a semana pela professora e acabou não sendo realizada por diversos motivos, ficando portanto a construção da maquete anterior e a resolução de algumas questões do novo roteiro sem serem concluídas e segundo porque os alunos ficaram sem entender a sequência sugerida, tentamos explicar de grupo em grupo, mesmo assim sentimos que não foi totalmente satisfatório.
Na sexta série, não tivemos problemas relacionados ao roteiro, mas os alunos desta turma são dispersos e desinteressados o que torna difícil fazer com que todos os membros do grupo participem, no geral a atividade é realizada por um dos integrantes do grupo e copiada pelos demais. Apenas quando os alunos perceberam que a pilha esquentava no decorrer da experiência é que mais alunos ficaram interessados, eu diria até curiosos em saber o que estava acontecendo, mas não mudaram suas respostas nos relatórios que já haviam sido copiados dos colegas.
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Nome dos alunos: Rafael Leite Rubim e Danielle Guia de Souza
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 7ª série
Experiência:
Nome do professor da escola: Elis
Relatório:

Experiência: A energia dos alimentos e a respiração

A atividade demorou para começar porque as professoras não encontravam a chave para abrir as salas de aula e, por isso, muitos alunos continuaram no pátio da escola e demoraram para entrar para as salas de aula quando elas foram abertas.

A professora não pôde nos acomanhar durante esse experimento, pois ela estava tomando conta dos alunos do outro lado do salão, mas isso não prejudicou muito o andamento da atividade, poi ela frequentemente perguntava se precisávamos de auxílio.

Desta vez formamos grupos um pouco maiores, com cinco ou seis integrantes cada, e todos realizaram a atividade. O experimento foi realizado pelos alunos sem grandes dificuldades e bem rápido, mas como a cada momento chegavam mais alunos atrasados, os alunos que tinham acabado ficavam esperando eles terminarem para discutirmos os resultados.

Propusemos que os alunos que fossem terminando de realizar o experimento e preencher o roteitro discutissem com os colegas de grupo os resultados e comparassem com uma atividade anterior que foi realizada por eles (a energia dos alimentos), mas eles ficavam conversando sobre assuntos diversos.

Após todos os grupos terem realizado o experimento e preenchido os roteiros abrimos uma discussão sobre o experimento realizado e a sua relação com o experimento anterior, assim como uma comparação desses fenômenos observados com outros que acontecem no corpo humano.

Acreditamos que a execução da atividade foi mais tranquila do que as anteriores, pois os alunos participaram e se comportaram um pouco melhor. Eles não apresentaram grandes dificuldades para realizar o experimento e as respostas dadas nos roteiros estavam muito boas, ou seja, a maioria acertou grande parte das questões.

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Nome dos alunos: Rafael Leite Rubim e Danielle Guia de Souza
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 8ª série
Experiência:
Nome do professor da escola: Vilma
Relatório:

Desta vez, a atividade foi realizada no pátio, utilizando as mesas do refeitório. Isso foi um problema, pois os alunos ficavam o tempo todo saindo para "passear" pela escola, alguns ficaram jogando bola do lado de fora, e ainda tivemos que terminar a atividade cerca de 15 ou 20 minutos antes pois o refeitório seria usado pelas crianças menores, pois era a hora do lanche deles.

Em relação ao roteiro, nenhum dos grupos conseguiu compreender como montar o experimento e muito menos conseguiu responder às questões do mesmo. Acreditamos que o roteiro estava muito complexo para o nível deles ou que o tempo foi muito curto e, por isso, eles não conseguiram terminar de preencher os roteiros.

Uma das questões pedia para comparar o espectro observado com o diagrama das cores do hélio, do mercúrio, e do oxigênio, mas não tínhamos esses diagramas disponíveis.

Acreditamos que a realização da atividade não foi satisfatória.

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Nome dos alunos: Suelen Fernandes de Barros, Ana Carolina Bezerra da Silva
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas: sexta e sétima série
Experiência:
Nome do professor da escola: Marimar na sexta série e Cláudia na oitava série
Relatório:

Sexta atividade na escola

 

Sexta-série

 

O experimento da sexta-série “Abre a boca e feche os olhos” consistia em incitar os alunos a refletirem acerca de quais sentidos foram usados na determinação de quais alimentos eles estavam ingerindo.

O experimento foi realizado no salão com a presença de duas professoras. Nesta experiência, mais do que nas outros os problemas com o trabalho no salão foram maiores. Normalmente trabalhávamos com duas séries no mesmo salão, sendo que dois estagiários ficavam com uma turma e a outra dupla com a turma restante. As professoras então tinham mais tempo para auxiliar-nos nas atividades, principalmente no quesito disciplina. Nesta semana, no entanto tínhamos três séries no mesmo salão, assim as professoras pouco puderam participar das atividades desenvolvidas por nós n sala.

No que se refere a como a experiência foi organizada, a primeira idéia foi de chamar alunos de cada grupo,  venda-los e servir a eles os alimentos, com todos os integrantes dos demais grupos atentos a descrição destes alunos acerca de que alimento eles estavam ingerindo e como estavam conseguindo descobrir do que se tratava. No entanto, o salão, muito grande com os alunos muito dispersos tornaria a comunicação entre os alunos bastante difícil. Assim recorremos a passar de grupo em grupo servindo os alunos vendados e pedindo aos demais que não contassem do que se tratava. Neste ponto os alunos de envolveram bastaste com a atividade se empenhando em  ajudar de modo a não permitir que os alunos vendados não conseguissem ver qual alimento lhe seria servido. Cabe ressaltar aqui uma sugestão acerca dos roteiros que foram para escola, não sei se realmente eram esses roteiros que deveriam chegar aos alunos ou se eles foram enviados errados, pois os roteiros que os alunos tinham em sua lista de materiais os alimentos que seriam servidos aos alunos, facilitando assim que eles adivinhassem quais alimentos eles estavam ingerindo.

Os alunos já pareceram-me ter discutido bastante este assunto em sala de aula com seus respectivos tutores, de modo que eles conseguiram articular bem o que estava sendo proposto, assim tanto nos roteiros entregues quanto nas discussões feitas em sala de aula eles conseguiram identificar quais sentidos eram importantes para diagnosticar o que estava sendo ingerido, falando tanto do gosto que sentiam quanto do cheiro. No que se refere ao gosto quando eles mastigavam, muitos deles citaram ainda o tato destacando que para identificar o que estavam mastigando eles também analisaram a textura, se era duro ou mole, líquido ou gelatinoso e etc.

Em suma podemos dizer que o experimento seu certo, fazendo os alunos refletirem sobre os sentidos do olfato e paladar e da relação entre eles, quando pedimos para que tampassem o nariz para ingerir a geléia. O único problema que tivemos diz respeito a extensão do roteiro, não sendo possível cumpri-lo totalmente, mas penso que este problema foi decorrência do fato de estarmos trabalhando num ambiente muito extenso e com problemas de indisciplina das outras salas, dificultando assim a comunicação com os alunos, assim muitas vezes tivemos que repetir a mesma coisa em várias grupos consumindo bastante tempo e comprometendo assim o cumprimento total da atividade.

 

Sétima série

 

O experimento com a sétima série era “ O que há entre os ossos?” resumia-se basicamente na observação da importância dos líquidos que existem entre nossas articulações e quais problemas poderiam surgir caso estes por algum motivo deixem de existir.

O experimento foi realizado em uma sala separada só com a sétima série o que contribuiu bastante com o desenrolar da atividade. A participação da professora também foi bastante importante para que os alunos conseguissem montar o aparato experimental usada para a observação.

O que limitou bastante o aproveitamento do experimento foi no que diz respeito aos materiais para a construção do aparato. No kit não tínhamos os planos que eram necessários para a primeira parte da experiência e nem as garrafas usadas na segunda parte do experimento. Assim, diante destes problemas a estratégia que adotamos foi não fazer a primeira parte do experimento proposto no roteiro e na segunda parte, substituímos as garrafas com água pelos potes de amoeba que estavam no kit, mas que por sua vez não eram usados no roteiro e além do mais tinha sido excluído do kit na monitoria da segunda feira.

No que diz respeito a articulação entre o que estava sendo proposto e aos ossos, os grupos que se empenham na montagem do experimento conseguiram associar com o desgaste dos ossos. Assim, quando propomos que eles contassem as oscilações do pendulo construído com e sem óleo eles rapidamente conseguiram prever que com óleo o pêndulo demoraria mais para parar, haja vista que “as superfícies eram mais lisas agora”.

Quando foi proposto que atritassem giz eles também notaram  o desgaste dos ossos quando não há nada que lubrifique o contato entre os dois pedaços de giz e que o mesmo não ocorria quando colocávamos pasta dental entre os dois pedaços.

Extrapolando para o corpo humano eles conseguiram perceber o que ocorreria caso a lubrificação de nossas articulações secassem.

Muitos grupos, no entanto não se interessaram em fazer o experimento. Essa foi nossa primeira experiência com a sétima série, cabe a nós agora refletir sobre quais estratégias teremos que aplicar para atingir esses alunos que não se empenharam na realização da atividade. Penso que uma conversa com a professora responsável é um dos primeiros passos a serem tomados.  

 

 

 

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