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Relatórios

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Nome dos alunos: Glauco Gomes e Raphael Mejias
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas: 6ª Série
Experiência: O imã da Terra
Nome do professor da escola:
Relatório:

A aplicação da atividade O ímã da Terra no colégio Amorim Lima, para a turma de sexta série do ensino fundamental transcorreu de certa forma muito bem, os alunos já haviam tomado contato com o ímã nas atividades passadas o que de certa forma facilitou o transcorrer da aula.

Nós iniciamos a aula relembrando as conclusões da aula anterior, para então iniciar o trabalho da nova atividade, como estamos fazendo sempre, para tentar situar um pouco a discussão e tentar acalmar os ânimos um pouco, pois o início da aula é sempre muito disperso.

Mas acredito que essa atividade foi um pouco repetitiva, os alunos já haviam trabalhado com ímãs em duas outras atividades e de um modo geral eles já haviam brincado com ímãs em outras ocasiões talvez em casa ou na escola, o que tornou esta atividade cansativa para eles, que rapidamente devido ao trabalho anterior já concluíram o tema e então ficaram dispersos e passaram a brincar com as bolas de isopor o que acabou tornando a aula tumultuada.

Talvez por essa repetição notamos um número um pouco maior de relatórios não respondidos ou com respostas “em massa” demonstrando que houve pouco interesse no desenvolvimento da atividade por parte dos alunos, que acabaram copiando as repostas dos colegas.

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Nome dos alunos: Glauco Gomes e Raphael Mejias
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas: 6ª Série
Experiência: Mapa dos alimentos
Nome do professor da escola:
Relatório:
Nesta terceira experiência de uma série composta por 4. Voltamos ao assunto dos alimentos, a priori colocamos algumas conclusões que observamos na ultima aula com eles para iniciar a falar dos temas abordados. Desta vez fizemos uma representação através de graáicos do tipo de barra, devido ao papel quadriculado que foi implementado. Os alunos fizeram três gráficos diferentes: Proteínas, gorduras e carboidratos. Em cada um deles estavam os mesmo elementos: os alimentos analisados em outros experimentos, carne, arroz, oléo, cenoura, tomate, alface. Assim todos construiram seus gráficos e compararam no grupo. E no final da aula, implementamos uma posição diferenciada, na qual cada grupo iria apresentar uma questão para a sala e explicar.

Numa visão geral todos conseguiram representar bem os graficos pedidos e responderam, a maioria, que alimento se destacava em cada gráfico. Porém se tornou muito difícil aos alunos a construção do segundo gráfico, pois há uma diferença muito grande no valor de gordura do óleo com os demais alimentos, assim ajudamos os alunos, e ao inves de contarem cada quadrado como um ponto, neste gráfico valeria 4 pontos cada. Outra dificuldade encontrada foi os valores decimais, muitos nem sabiam oque aquilo representava.

Na proposta que pedia aos alunos utilizarem as mesmas cores que no exercício anterior, isso ficou sem sentido aos alunos, muitos se questionaram do porquê. Para eles tanto faz a cor como se representa. Visto de um aspecto parcializado, cada gráfico não havia essa necessidade, porém de um aspecto geral, talvez fizesse sentido.

Novamente questionava-se ao aluno qual "tijolinho" aparecia apenas nas proteínas. Questão repetitiva e a meu ver (Glauco) pouco elucidada, apenas se responde: nitrogênio e só. Não há proposta para averiguar o que este tijolinho tem de diferente. E uma questão que foi discutida em monitoria, era a apresentação da tabela de proteínas com nomes em inglês, que nem faziam sentido aos alunos e uma impressão que mal ajudava na observação das proteínas.
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Nome dos alunos: Edilene da Silva, Dallessandro Rodrigues
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 5ª e 6ª
Experiência: Dia e Noite
Nome do professor da escola:
Relatório: Esta atividade por ser uma seqüência da outra, achávamos que os alunos participariam mais, pois já teria alguns conhecimentos sobre o tema, no entanto, percebemos que alguns alunos da sexta série faziam as atividades enquanto outros permaneciam conversando sobre vários temas; não intervirmos devido à presença da professora na sala de aula, já que ela permite a participação de alguns e respeita o não interesse de outros.
Os alunos da quinta série gostaram da experiência da sombra a maioria deles participaram e não tiveram dúvidas.
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Nome dos alunos: Edilene da Silva, Dallessandro Rodrigues
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 5ª e 6ª
Experiência: O imã da Terra
Nome do professor da escola:
Relatório: A professora da sexta série esclareceu que na segunda feira á tarde os alunos estão demorando para entrar na sala de aula então as professoras combinaram uma maneira de permitir que eles cheguem rápido, uma delas fica do lado de fora da escola incentivando os alunos entrarem no horário estabelecido, na experiência do ímã da Terra a maioria dos alunos ficaram conversando e não se interessaram pelo tema aqueles que fizeram depois davam para os outros copiarem como não houve interferência da professora tentamos convencê-los a participar, sem muito sucesso. Na quinta série houve uma dificuldade em levar a maquete para casa o que fez com que a professora somente permitisse a saída dos alunos quando os grupos se organizassem e escolhessem um aluno para levar a maquete, diferentemente da sexta série os alunos do quinta série participam e questionam mais sobre o assunto.
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Nome dos alunos: Cleo, Allan
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas:
Experiência: Atomo e seus planetas
Nome do professor da escola:
Relatório: O trabalho foi novamente realizado no salão.Procuramos uma tabela periódica para pendurar na lousa para que todos pudessem ver, mas não encontramos. Apenas dois alunos estavam com o livro de ciências que contém uma tabela, mesmo que incompleta e com indicação da massa total ao invés do numero de neutrons, ou seja, com uma pouca diferença da figura do roteiro. A solução foi então passar de grupo em grupo e mostrar a tabela para eles solucionarem a primeira questão do roteiro. Conseguimos expor de forma razoável as atividades a serem feitas. Os alunos, depois de vários pedidos de atenção, pararam para ouvir a explicação do experimento, a distribuição eletrônica em camadas e o método de subtrair o numero de prótons da massa, únicos valores presentes na tabela em mãos. Explicamos também que o numero de elétrons é igual ao numero de prótons. Em seguida passamos em cada grupo para que eles pudessem descobrir qual elemento continha "três planetas". Alguns grupos descobriram, outros precisaram de várias dicas e sugestões para descobrir. Pedimos para cada grupo escolher um elemento das duas primeiras linhas da tabela. Os alunos se dedicaram para pintura e montagem do átomo, exceto poucos que se recusavam a participar. Houve apenas o problema da secagem do material em um curto espaço de tempo. Um aluno sugeriu a pintura e em seguida cobrir cada bolinha com filme plástico, o que impediria as tintas se misturarem das bolinhas. Não havia placas de isopor para fixar os átomos montados e a solução foi utilizar folhas de sulfite. No preenchimento do roteiro, devido a falta de tempo, apenas três pessoas escreveram a ultima frase. No roteiro em geral, nenhum aluno desenhou a figura do átomo pedido (Lítio) com três elétrons em suas camadas, alguns não desenharam nada e outros desenharam modelos provavelmente já vistos por eles que representam um átomo. Alguns desenharam inclusive um modelo com órbitas tridimensionais. Um grupo escreveu no quadro para desenhar o lítio, o símbolo do átomo escolhido.
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Nome dos alunos: Tiago Almeida e Denilson Rocha
Escola: Virgília
Periodo: tarde
Turmas: 2E e 1F
Experiência: Forças Verticais
Nome do professor da escola: Newton
Relatório: Com a turma do segundo ano, 2E, foi realizada a atividade das transformações de energia.

Durante a atividade, os alunos pareciam não se interessar tanto pelo trabalho a ser feito, mesmo com a cobrança dos relatórios feita pelo professor. Estavam todos muito dispersos - mesmo sendo apenas 16, um número de alunos baixo com relação aos dias anteriores. A falta de atenção implicou em alguma dificuldade em expor os objetivos da experiência. Não foi fácil utilizar o pouco tempo que restou da execução da atividade para fazer uma discussão geral com toda a sala no final da aula. Isso prejudicou a conclusão da experiência e o objetivo da experiência ficou de certa forma nebuloso no final da aula.

Outra dificuldade foi a de não termos realizado com eles um experimento na quinzena anterior, a qual trataria de conversão de energia química em térmica. A falta daquela atividade pode ter implicado na aparente falta de objetivo da experiência desta aula - esclarecer os processos de transformação de energias em térmica ou fontes de calor.

Da análise das respostas dos alunos, vemos que existe algum esforço para usar nas atividades os termos aprendidos na escola. Seria precipitado levantar aqui motivos para esse suposto esforço. Mas essa tendência fica evidente quando vemos algumas respostas erradas às questões propostas. Explicamos a diferença entre processos endotérmicos e exotérmicos para esclarecermos o motivo do resfriamento do gesso. Então um grupo deu à questão "que transformações de energia podemos perceber nessa situação?" a reposta "exotérmico". Outra ocasião em que um termo científico foi utilizado em contexto equivocado foi quando perguntou-se "como pode a temperatura de um corpo aumentar sem que ele entre em contato com outro de temperatura maior?" e dois grupos responderam "por condução de calor". Apesar da condução só ocorrer por contato e a falta de contato ter sido enunciada na questão, os alunos tentam responder com o repertório de conceitos encontrados em sala de aula (visto que o professor já havia falado com eles sobre transportes de calor) mesmo que incorretamente.

Pelas respostas dessa atividade, podemos concluir que os alunos não foram capazes de reconhecer nas demonstrações experimentais os conceitos previamente trabalhados em sala de aula. Um problema menor do que esse foi a de o objetivo da atividade ter sido comprometido pela confluência de situações ruins.

A turma 1F realizou a atividade das forças verticais.

Não houve dificuldade na aplicação da atividade, uma vez que os alunos prestaram sua atenção às nossas orientações e estavam comprometidos com a realização do trabalho. Enquanto dávamos orientações aos alunos, pudemos perceber que eles não estavam familiarizados com alguns dos termos, reflexo de o tema dessa aula não ter sido abordado com eles anteriormente. Prova disso foram perguntas sobre qual o nome que poderiam dar às forças do ímã. Mesmo depois de falarmos em força magnética, os alunos mostraram-se surpresos, demonstrando que não tinham ouvido falar naquilo antes.

Não conhecer o termo força magnética aparentemente não implicou em problemas paa o desenvolvimento do atividade. Os alunos que não falaram de força magnética falaram simplesmente em força de atração.

Um problema que pode ser sinalizado a partir da leitura das respostas dos alunos é que os conceitos de forças verticais, a princípio trabalhados previamente com o professor Newton, não ficaram claros para todos os alunos.

Nenhum dos alunos falou que resistência do ar é uma força atuante nos papéis. A maioria omitiu qualquer citação à força normal como atuante nos papéis sobre a mesa. Esses falaram que nem mesmo a força gravitacional atua ness situação. Como os papéis na mesa ficam parados e eles não reconhecem a existência da normal, chega a ser natural o não reconhecimento da presença da força gravitacional e a inexistência de qualquer força naquela situação, embora essa afirmação seja fisicamente incorreta.

As perguntas não foram todas respondidas, muitas foram deixadas em branco, tanto para o primeiro quanto para o segundo ano. Possivelmente isso se deve ao fato de os alunos terem que responder a mesma questão duas vezes em folhas diferentes - para nós e para o professor. Mesmo assim, creio que o sistema não deva mudar, e que precisamos continuar incentivando os alunos a responderem as duas folhas. Com algum esforço, será possível mostrar a eles que esse trabalho aparentemente braçal é importante.
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Nome dos alunos: Allan Negri / Fábio Lopes
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 1R
Experiência:
Nome do professor da escola: Gabriel
Relatório: O professor mais uma vez não apareceu. Mesmo assim procuramos demonstrar o experimento aos alunos. A atividade neste caso foi bastante satisfatória, pois todos os alunos compreenderam a experiência, com isso podemos fazer com que eles elaborassem teorias a respeito do experimento realizado, como já é previsto em uma sala de aula com muitos alunos, quando um grupo chega a uma resposta, todos os outros também alcançam a mesma resposta.
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Nome dos alunos: Daniel Leite e Arthur Ferraz
Escola: Andronico
Periodo: tarde
Turmas: 1 E / 1 G
Experiência: Arranque e trombada
Nome do professor da escola: Rafael
Relatório: Fizemos a experiência de colisões com bolinhas de gude/metal na 6a feira (15/5).

O Prof. Rafael tinha juntado as turmas, pois um outro professor havia faltado. Dividimos então em 2 equipes. Fizemos as experiências tranquilamente. No início os alunos não entenderam direito o que era pra fazer, e após passarmos de mesa em mesa explicando (como desenhar os vetores velocidades, bem como proceder com a experiência) eles entenderam e realizaram (todos) a experiência.

Conseguiram compreender (devido aos conceitos estudados com o professor, na aula anterior) a experiência e o por quê dos resultados.

No final, agradeceram e elogiaram nosso trabalho.
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Nome dos alunos: Danielle Guia e Rafael Leite Rubim
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 7ª série
Experiência: Mapa dos alimentos
Nome do professor da escola: Elis
Relatório:

Antes de começar o experimento, perguntamos aos alunos se eles conheciam histogramas e se sabiam construí-lo. Alguns alunos disseram que sabiam e outros não prestavam atenção enquanto falavamos.

Decidimos pedir para eles começassem a realizar a atividade e iríamos passar em cada grupo para ajudá-los, mas dois dos cinco grupos não estavam realizando a atividade. Alguns alunos estavam trocando e olhando figurinhas de um álbum e outros estavam assistindo televisão através do telefone celular.

Pedimos para que eles guardassem esses "materiais" e que começassem a realizar a atividade, mas eles não obedeciam e um dos alunos até levantou da cadeira e disse que não podíamos obrigá-los "a fazer nada".

A professora sempre participou das atividades, mas nessa aula, não sabemos o porquê, ela estava com os outors alunos do outro lado do salão, e ficamos a maior parte da aula sozinhos. Algumas vezes ela se aproximava para acompanhar o andamento da atividade e pedia para que os alunos que não estavam participando colaborassem, mas assim que a professora se afastava eles voltavam ao que estavam fazendo antes. Portanto, eles não realizaram a atividade, e alguns usaram a folha quadriculada para desenhar.

Os outros três grupos conseguiram realizar a atividade sem grandes problemas. Alguns apresentaram pequenas dúvidas na confecção dos histogramas, mas cremos que compreenderam o objetivo da atividade.

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Nome dos alunos: Danielle Guia e Rafael Leite Rubim
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas: 8ª série
Experiência: Atomo e seus planetas
Nome do professor da escola: Vilma
Relatório:

Iniciamos a aula com uma breve exposição sobre o modelo atômico, pois havíamos descoberto em aulas anteriores que a maioria dos alunos não conheciam esse modelo, e seria difícil realizar a atividade sem esse conhecimento. Alguns alunos chegaram bem atrasados, e ao entrarem dispersaram bastante a turma, que estavam em silêncio.

Pedimos para que os grupos elegessem um dos átomos para construí-lo, mas ninguem se pronunciou. Decidimos então começar a distribuir o material e incentivá-los a escolher um dos elementos.

A maioria dos alunos diziam não quereer realizar a atividade, e pediam para que falassemos quais eram os átomos mais fáceis de serem construídos.

Ao final da atividade apenas três dos seis grupos tinham realizado a atividade. Um dos grupos fez um campo de futebol com o material, um outro grupo apenas destruiu o material, e o outro grupo saiu para lavar os pincéis e buscar papel para pintar as bolinhas e ficou fora da sala durante a aula inteira.

Apenas dois trabalhos foram concluídos, pois o terceiro grupo começou a realizar a atividade mas não quis concluí-la.

Achamos que as atividades não são atrativas para essa turma, pois eles não se sentem motivados a realizar nenhuma delas.

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