Relatórios
Nome dos alunos: | Diogo dos Santos |
Escola: | Andronico |
Periodo: | manhã |
Turmas: | 2º B |
Experiência: | |
Nome do professor da escola: | Rosane |
Relatório: |
Relatório de Práticas de Ensino - Oitava Atividade – 20/10/2010
Diogo dos Santos
Atividade: Calor Específico
Descrição da atividade:
Como nos dias anteriores, procurei a professora para poder pegar a chave do laboratório e ir arrumando o material para a experiência. Ela me explicou que o álcool que enviaram não foi suficiente para realizar a atividade na turma anterior e precisou comprar um vidro de álcool para usá-lo nas outras turmas. Porém, este era de baixa qualidade e possuía uma concentração bastante reduzida. Organizei os materiais para seis grupos (quantidade que normalmente há na sala). Quanto aos materiais não teve problema algum, apenas por ter quatro termômetros de mercúrio no meio dos demais digitais, mas isto não foi complicação para este experimento. Quando os alunos chegaram, a professora me informou que a realização da experiência anteriormente não foi bem sucedida, pois a chama da lamparina não era suficiente para aquecer o recipiente de água. Ela supôs que isto ocorreu por causa da superfície metálica que existia sobre a tela que ficava sob o béquer que poderia estar absorvendo a maior parte do calor proveniente da chama. Tentamos então acompanhar um dos grupos na realização do experimento. Como só havia uma caixa de fósforo, os demais grupos tiveram que aguardar um pouco. Quando tentamos acender a lamparina não obtivemos êxito e a chama era “muito pequena”, não sendo suficiente para manter a chama acesa. Ficamos um bom tempo para tentar ampliar a chama. Colocamos barbante novo na lamparina, fechamos todas as janelas e a porta, tomamos cuidado para acender o barbante. Mas todas as tentativas foram um fracasso. A caixa de fósforo circulou pelos grupos para que pudessem tentar acender a lamparina. Apenas um grupo conseguiu manter a chama acesa por um longo período de tempo, mas a temperatura máxima que a água atingiu foi de 35°C. Passado um tempo os alunos começaram a conversar entre si; outros começaram a andar pelo laboratório. A professora achou uma lamparina com álcool no recinto e tentamos acendê-la. Os palitos de fósforo acabaram e a professora foi procurar por mais na cozinha da escola. Quando retornou, ela deu uma bronca nos alunos por estarem fora dos lugares. Depois da sala se acalmar, tentamos acender a lamparina, mas também não conseguimos. Ela então pediu para que os alunos passassem para a outra parte do experimento. Um dos grupos já havia feito a atividade de colocar num recipiente com água um termômetro enrolado no barbante e outro sem. Então passei os dois termômetros usados por este grupo (que era digital) para outro que estava com dois termômetros de mercúrio. Os alunos fizeram rapidamente esta parte da atividade, pois só restavam quinze minutos da aula. Enquanto eles realizavam esta parte do experimento, a professora e eu passávamos pelos grupos para discutir com eles o que estava ocorrendo quando eles tiravam ambos os termômetros da água. Todos os grupos perceberam que a temperatura do termômetro sem o barbante aumentava mais rapidamente que a temperatura do termômetro com barbante, mas as explicações eram bastante diferentes. A professora deu uma explicação geral à sala sobre o fenômeno observado, dando alguns exemplos como o fato de utilizarmos blusa no frio, umedecer a barriga de um bebê com álcool como tentativa de baixar a temperatura do mesmo. Como havia poucos roteiros, não fiquei com uma cópia dos registros dos alunos, não sendo possível fazer uma análise do que eles escreveram nos roteiros da experiência. |
Observações adicionais: | |