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Relatórios


Caros alunos, este relatório parcial por visita à escola é de extrema importância para que possamos melhorar o desenvolvimento das atividades para a sala de aula, da disciplina e de nosso trabalho. Desta forma pedimos que enviem seus relatórios o mais rápido possível. Pedimos ainda que preencham todos os campos do formulário com bastante atenção para evitar erros.

Nestes relatórios esperamos que contenham uma síntese das experiências realizadas na escola juntamente com reflexões sobre suas ações no ambiente escolar. É importante que discutam entre vocês, integrantes do grupo, para que possam colocar relatos relevantes tanto para nós, equipe gestora da disciplina, quanto para seus colegas que terão a oportunidade de ler os relatórios. Como também para vocês mesmos, pois a elaboração do relatório constitui-se em momento privilegiado de reflexão.

Agradecemos o compromisso e o empenho de vocês na realização dos estágios e na elaboração dos relatórios. Lembramos ainda que esta será uma das ferramentas de avaliação do curso.

Muito Obrigado e bom trabalho, Vera, André, Glauco, Bárbara e Renata.

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Nome dos alunos: Diego Paulo Rhormens
Escola: Andronico
Periodo: tarde
Turmas:
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Rafael
Relatório:

O primeiro dia na escola foi utilizado para visitarmos e conhecer sua estrutura.

A primeira impressão que tive após a visita é que a escola é bem organizada, o prédio e as salas de aula são bem conservados, e fomos recebidos bem pelos atendentes da secretaria. Não pude entrar no laboratório pois o professor Rafael estava sem as chaves da porta, portanto não tive como conhecê-lo.

Neste primeiro dia não tive contato com os alunos, a escola estava em greve e não teve as aulas de física a tarde, portanto não poderei relatar nenhuma experiência com os estudantes pois ainda não fui apresentado a eles.

Observações adicionais:
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Nome dos alunos: Diego Paulo Rhormens
Escola: Andronico
Periodo: tarde
Turmas:
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Rafael
Relatório:

O primeiro dia de aula foi reservado para visitar e conhecer a estrutura da escola

Após o primeiro contato com a escola achei que o prédio e as salas de aula eram bons e bem conservados, não pude entrar no laboratório pois o professor não tinha as chaves da porta, portanto não pude conhece-lo.

A primeira impressão quanto a estrutura física da escola foi boa.

Não pude ter contato com os alunos, pois a escola estava em greve e o professor não deu as aulas de física hoje a tarde, como ainda não fui apresentado aos alunos não posso relatar nada a este respeito.

Observações adicionais:
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Nome dos alunos: Israel Felix da Sila, Diego de Barros PAgano
Escola: Thomazia
Periodo: noite
Turmas: 1º A e 3º TA
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Silvana
Relatório:

21:30 1ºA

Antes do inicio desta aula os alunos se encontram em intervalo. Ao toque do sinal há uma certa demora para que os alunos entrem em sala, cerca de 5 minutos, o que deverá ser levado em conta na hora de preparar a aula caso os alunos não se disciplinem a entrar no horário.

A turma tem cerca de 15 alunos e a professora tem relativa dificuldade em passar informações a todos em função do excesso de conversas paralelas entre os alunos. Excetuando mais esse contratempo a aula flui normalmente e os alunos conseguem acompanhar a aula e compreendem bem as questões elaboradas pela professora. Destaque para 3 alunos que são mais interessados que o restante da turma e expõem suas idéias de maneira mais eloqüente.

Os alunos no geral se mostram bastante ansiosos e por conta disse acabam atrapalhando a aula mesmo quando querem participar, por exemplo, opinando sobre o assunto enquanto outro colega ainda não terminou seu raciocínio.

Conclusão: teremos algumas dificuldades em disciplinar os alunos e esperamos que isso possa ser resolvido a partir da primeira aula quando eles entrarem em contato com os equipamentos.

22:15 3ºTA

Turma numerosa, com aproximadamente 30 alunos. Alunos educados, ouvem bem a professora e conseguem se organizar bem na hora de debater assuntos de interesse comum. Eles são bem curiosos mas têm pouco conhecimento.

Conclusão: a auto-organização do grupo nos trará vantagens porém a grande quantidade de alunos irá dificultar o atendimento a todos. Explicações gerais e qualitativas poderão amenizar o problema.

Conclusão geral

Escola relativamente longe da universidade, pequena e com poucas turmas. Funcionários e demais professores nos deram um bom atendimento.

Devido a greve dos professores os alunos quase não tiveram aulas de física portanto teremos que, junto com a professora, apresentar o conteúdo necessário para o entendimento do experimento.

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Nome dos alunos: Suelen Fernandes de Barros
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas: 6° série e 8° série
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola:
Relatório: A apresentação da escola foi feira por três alunas da 8° série que receram da escola treinamento para este tipo de atividade. Num período de aproximadamente uma hora elas nos apresentaram a escola, mostrando os salões de aula, pátio, quadra entre outras partes da escola. Comentaram acerca da dinâmica da escola, baseada na escola da Ponte, em Portugal e falaram ainda de seu fundador José Pacheco. Durante a visita tivemos ainda a oportunidade de conhecermos alguns professores e a diretora da escola, além de assitirmos por um breve intervalo de tempo uma aula num dos salões onde estavam trabalhando juntos turmas da sexta série e da oitava série.
Durante este pouco contato com a escola presencie situações extremas que me impressionam bastante. De um lado a dimâmica da escola, que não faz uso de aulas expositivas pareceu-me desenvolver nos alunos uma autonomia impressionante para crianças e adolescentes daquela idade, autonomia esta que muitas vezes não encontramos em adultos no ensino superior.
Por outro lado, esta automomia me deixou bastante em dúvida quanto aqueles alunos que apresentam maior dificuldade e até mesmo aqueles que costumam não gostar de ir para escola tradcicional. Será que ela consegue chamar para a busca e a construção do conhecimento também esses alunos? Essa é sem dúvida uma questão que irei tentar responder ao longo das atividades na escola, convivendo mais de perto com esses alunos e analisando qual a reação da escola diante de suas ações.


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Nome dos alunos: Júlio Marques, Leandro Saca, Luciano Yamamoto
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 3L, 3J e 3K
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Roberto
Relatório:

Com relação ao acesso à escola, para quem utiliza o transporte público é um pouco complicado, principalmente para quem sai do centro da cidade. Isto porque os ônibus que chegam à Vila Sônia vêm sempre lotados e o trânsito no horário das 17h às 19h é o pior possível. É preciso tomar cuidado com atrasos.

A recepção aos estagiários foi a melhor possível na escola. O pessoal da secretaria foi bastante cordial e os professores se mostraram acessíveis durante o intervalo.

A escola estava tendo atividades no dia da visita, porém ficamos sabendo que os professores ainda estavam engajados na questão da greve. O professor Roberto, por exemplo, encontrou uma forma de estar de greve indo à escola. Passava na lousa uma atividade ou outra para os alunos fazerem e mais nada. Não explicava a matéria, por exemplo.

Foi neste cenário que encontramos os alunos das turmas do terceiro ano. Poucos realizavam as atividades propostas pelo professor. No entanto, alguns alunos se mostraram bastante interessados pela visita dos estagiários, fazendo várias perguntas a respeito de Física. Um aluno inclusive perguntou se era difícil entrar na USP.

Esperamos que as próximas visitas sejam bastante produtivas e que nossa intervenção na escola seja útil na vida escolar dos estudantes.

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Nome dos alunos: Allan Negri / Fábio Lopes
Escola: Andronico
Periodo: noite
Turmas: 1S
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Luís Cláudio
Relatório:

Com relação ao acesso à escola, para quem utiliza o transporte público é um pouco complicado, mesmo para quem sai da própria USP. Isto porque os ônibus demoram muito (cerca de 40min.) e os que chegam à Vila Sônia estão sempre lotados e o trânsito no horário das 18h às 20h ainda permanece complicado. É preciso tomar cuidado com atrasos, tendo em vista que temos aula no primeiro horário no IFUSP. O pessoal da secretaria foi bastante receptivo e os professores se encontravam em reunião durante o terceiro horário e o intervalo. Parecia que a escola estava envolvida em greve, pois os alunos estavam sem aulas, pelos corredores em pleno horário de aula. Não houve muito tempo para conhecer a escola porque passamos grande parte do tempo procurando o professor. Fomos a procura do professor Luís Cláudio, mas fomos encaminhados à um professor de matemática que nos encaminho ao professor Gabriel que se encontrava naquele momento em reunião na sala de professores. O professor Gabriel demonstrou-se bastante atensioso e se mostrou bastante interessado com o estágio dos alunos da USP, acertamos com ele que iríamos, a princípio, na sexta-feira às 21:30h, porém informamos a ele também que iríamos conversar com a nossa Professora para acertarmos o horário. Nós tivemos problemas com o horário estabelecido pela professora Vera. No tratado estávamos escalados na turma 1S, quinta-feira às 21:30h, mas nos deparamos com uma mudança de horário que foi passada pela secretaria daquela escola para nós. Esperamos que nas próximas visitas sejam bastante produtivas para nós e para os alunos.

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Nome dos alunos: Cleo, Allan
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas:
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola:
Relatório: A escola fica perto do IFUSP, cerca de quatro quilômetros e de fácil acesso.
Três alunas do 9º ano nos apresentaram a escola. Conhecemos a sala de leitura, o pátio, todas as salas de aula, inclusive os salões. Conhecemos a oca, e sua utilidade. Vimos as quadras e a horta mantida pelos alunos. O que nos chamou mais atenção foi o texto escrito na parede do pátio, elaborado pelos próprios alunos e seus pais. Elas nos contaram sobre as atividades em comunidade como a abertura da biblioteca para o público e o "Futipão", evento que ocorre às sextas, onde pais e alunos se entretem jogando bola e fazendo pão.
A escola é pequena, na casa dos 450 alunos ao todo. O método mostrado pelas meninas e aplicado pela escola é diferente do mais comum. Os alunos estudam em grupos de 4 ou 5 jovens e todos têm um roteiro para completar até o final do ano. O roteiro inclui leituras de texto e atividades e a administração é feita pelo próprio aluno.
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Nome dos alunos: André / Nathan
Escola: Amorim
Periodo: manhã
Turmas: 8ª e 6ª séries
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola:
Relatório:
Em rápidas palavras, a impressão inicial que tivemos foi muito boa.
Em prima, fomos recebidos por um grupo específico de alunos que tinham como responsabilidade nos apresentar a escola. E isto já nos pareceu interessante, pois era uma iniciativa dos próprios alunos. Nos contaram aspectos históricos da escola, como sua origem/construção, seu molde a partir da escola da ponte em Portugal, seu fundador José Pacheco etc.
Alguns pontos relevantes podemos destacar:
- a escola possui uma espécie de 'regimento' moral, escrito na parede do saguão principal do prédio, reforçando nossa atenção para o estímulo da autonomia dos alunos.
- a relação dos alunos com a diretora era saudável e bem constante, como os próprios alunos indicaram, enfraquecendo a imagem tradicional de diretores inacessíveis.
- a escola mantém atividades em fins-de-semana com pais dos alunos, fechando um contato mais íntimo entre escola, pais, alunos e comunidade.
- os alunos são organizados em grupos, e todos os trabalhos são direcionados para o fazer conjunto através da discussão entre os alunos de um grupo com outros grupos e o professor.
- o professor tende a assumir o papel de orientador, guia, postura característica do 'método' construtivista.
Pudemos conhecer alguns professores e visitar algumas salas de aula. E todos os caracteres descritos acima eram observados em cada sala.
Cabe a nós, ao longo do estágio anual, entre outros fatores : confrontar nossas expectivas com a 'realidade' escolar do Amorim, discutir a validade e aplicabilidade do 'método' construtivista, analisar se o contexto dos roteiros estão aquém com o contexto sócio-histórico dos estudantes, se estão de fato proporcionando uma atividade construtora/descobridora do conhecimento ou se não condizem com o 'mundo' dos alunos.
Teremos tempo de experimentar situações proveitosas, tanto de forma prazerosa ou não. Esperamos que possamos usufruir de cada momento, com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino para as crianças, e também, acrescentar estas experiências para nossas vidas profissionais e pessoais.




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Nome dos alunos: Tiago Mendes de Almeida
Escola: Virgília
Periodo:
Turmas: 2E e 1F
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola: Newton
Relatório: A primeira visita deixou uma boa impressão. A escola é pequena e aparenta ser bem organizada. Nossa dupla foi bem recebida tanto pela coordenadora pedagógica quanto pela diretora da escola.

Fomos apresentados ao prof. Newton, o qual nos tratou bem e nos introduziu às duas turmas que vamos acompanhar ao longo do ano. Falou às salas que apenas acompanharia nosso trabalho, deixando á nos a responsabilidade sobre o desenvolvimento das atividades.

A turma do 2ºE possui apenas cerca de 20 alunos. A turma do 1ºF possui um pouco mais, cerca de 26 alunos. As duas classes foram muito respeitosas conosco.

A impressão inicial com relação ao estágio foi muito boa.
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Nome dos alunos: Rafael Leite Rubim e Danielle Guia de Souza
Escola: Amorim
Periodo: tarde
Turmas:
Experiência: Observação inicial
Nome do professor da escola:
Relatório:

Desde 2005, a escola Amorim Lima adotou um sistema de ensino baseado no sistema usado na escola da ponte, onde são trabalhadas as habilidades individuais dos alunos. Os alunos são agrupados aleatoriamente, não importando suas respectivas séries, o que torna o ambiente da sala de aula bem heterogêneo.

A escola nos foi apresentada por duas alunas da sexta série, que nos acompanharam em um tour que durou cerca de uma hora. As "salas de aula" são formadas por alunos de várias séries, que se reúnem em pequenos grupos para realizar as atividades que eles desejam realizar. Cada aluno é acompanhado por um tutor, que lhes orienta e os observa na realização de suas tarefas, que podem ser feitas na ordem que eles acharem mais conveniente.

Os alunos possuem uma espécie de apostila onde consta todo o conteúdo que eles deverão trabalhar durante o ano, assim, eles podem percorrer essa apostila da maneira que melhor lhes convenha, podendo pular atividades e fazê-las depois e assim por diante. Segundo os próprios alunos, esse método ajuda a desenvolver sua autonomia e seu senso crítico.

A visita à escola foi muito interessante, pois nos proporcionou ter contato com esse método de ensino onde a vontade do aluno em aprender é sempre colocada em primeiro lugar. No pátio da escola há um muro com as regras de conduta de todos os frequentadores da escola, e que foram desenvolvidas com a participação dos próprios alunos, o que nos mostra que a opnião deles também é levada em conta.

Creio que este método seja eficaz, além de muito interessante e diferente, pois trabalha aspectos dos alunos que, normalmente, não são trabalhados, como a liberdade de expressão, auonomia, estímulo da criatividade etc.

Observações adicionais:
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