Especial | A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O
P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z | Todos
" |
---|
"Cantus Firmus":Cantus firmus, que do latim significa “canto fixo”, é uma expressão utilizada no contexto da polifonia dos séculos XIV e XVI para uma melodia pré-existente , com valores de notas longas, que se situava na voz mais grave, que posteriormente designou-se tenor.O “cantus firmus” servia de base para o processo composicional de uma obra. Essa melodia pré-existente, antes tradicionalmente extraída do cantochão ,( situado nos manuscritos ), passou també m a ser extraída de melodias e canções profanas.Com o passar do tempo a voz do tenor (que portava o “cantus firmus” )passou a ser mais tocada do que cantada. No século XV ,os ingleses usavam a técnica do “cantus firmus migratório” em suas obras sacras polifônicas , isto é, ora ele estava no tenor ,ora em outras vozes.Assim ele se integrava na estrutura polifônica.Um exemplo é o Salve Regina de Power. Atribuísse aos ingleses a idéia de se utilizar um mesmo cantur firmus para o arranjo dos cincos movimentos do ordinário da missa.Surge então a missa cíclica. |
C |
---|
C:Trata-se de um tema curto e simples que se repete do princípio ao fim, misturado com a polifonia. O Cantus firmus que habitualmente dá nome a missa, tanto pode ser uma canção como uma melodia litúrgica, como exemplo temos missas como: L´Homme armé ou Mille regretz, Ave Regina, Pange língua entre outros. Desse modo o Cantus firmus nada mais é do que o Tenor, ou seja, o canto básico das músicas compostas utilizando as melodias preexistentes. Também é o tenor litúrgico ou profano em valores longos, sendo que Dunstable, foi quem provavelmente inaugurou o príncipio de aplicar à missa o cantus firmus. | |
|
C. Firmus: |
c.f.: |
Cantus firmus: |
Cantus firme: |
Cantus Firmus:Tanto os compositores do continente quanto os da Inglaterra costumavam colocar o cantus firmus em uma voz e o mantinham alí até o final, no entanto, às vezes, os ingleses o colocavam em uma estrutura polifônica, por exemplo, o cantus firmus está na voz superius e em certo período da música ele passa para a voz intermediária (contra-tenor) às vezes pelo sentido da continuidade do texto, e também às vezes voltava para o Superius enquanto continuava na voz intermediária, esta mudança de vozes do cantus firmus é chamada de cantus firmus migratório e se desenvolveu no século XV. |
Cantus Firmus I:É uma técnica que surge em meio ao desenvolvimento da polifonia na Europa por volta do sec. XIII, devido a necessidade de uma sustentação (alicerce) solida para as, cada vez mais, rebuscadas construções polifônicas . Trata-se de "esticar" a melodia do tenor (cantochão), até que suas notas atinjam um valor tão alto, em relação as das outras vozes, que o tenor permaneça fixo numa única nota por um longo tempo em quanto as outras vozes continuam a se mover. A isto é dado o nome de Cantus Firmus ("canto fixo", do Latin). |
Cantus Firmus.: |
Cantus firmus::O cantus firmus foi largamente usado durante o século XIII, principalmente nas escolas de St. Martial e Notre Dame. Nos motetos desse período, o cantus firmus aparecia na voz mais grave. No século XIV, ele continuou a ser empregado na música sacra vocal, e algumas formas mais elaboradas dele começaram a surgir: enquanto os compositores do continente se serviam da isorritmia, os ingleses começaram a utilizar o cantus firmus migratório. No século XV o cantus firmus apareceria mais na voz mais aguda de um complemento polifônico, principalmente nas antífonas e hinos ingleses. |